Aplicativo “Mamãe Pingo”, com passagem pelo CEI/UFG, é destaque na Globo
Software é uma alternativa para pais que buscam informações confiáveis sobre a saúde de seus filhos
Por *Alexandre Elias
No dia 07/03, o projeto da startup goianiense Mamãe Pingo, graduada pelo Centro de Empreendedorismo e Incubação da Universidade Federal de Goiás (CEI/UFG), foi destaque em exibição do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo de Televisão. A empresa ficou em evidência no cenário tecnológico nacional ao lançar o aplicativo, desenvolvido com inteligência artificial, cujo objetivo é orientar pais e cuidadores a saberem como lidar com crianças durante momentos da primeira infância.
A iniciativa surgiu depois que profissionais da saúde se mostraram angustiados com informações não confiáveis, de fóruns e sites aleatórios na internet, disponíveis aos pais preocupados com o bem-estar de seus filhos. Pensando nisso, o pediatra Paulo Sucasas, a odontopediatra Luciane Costa e a cientista da computação Nádia Félix, além de mais dois sócios, uniram-se para criar o sistema.
O aplicativo conta com artigos, vídeos, grupos de mensagens de familiares e respostas imediatas geradas com IA. Contando com uma rede de 24 profissionais, o programa contém uma curadoria das informações disponibilizadas, que são analisadas por especialistas majoritariamente da área da saúde. Um de seus diferenciais é ter renda escalável e ser oferecido por assinatura mensal — tendo por base indicações e marketing digital para impulsionar o alcance — com mais de 2 mil downloads concluídos até o momento.
A usuária do aplicativo Larissa Arbués relata que o aplicativo a salvou num momento muito específico. “Foi quando meu filho caiu e eu usei a inteligência artificial, o chat, para perguntar. E aí ele me deu a indicação e quais sinais eu precisava observar e em que situações eu deveria levá-lo no pronto-socorro. Então, fiquei tranquila.” O projeto Mamãe Pingo concluiu o ciclo de incubação há menos de um ano e foi a 39ª startup vinculada ao CEI/UFG a completar a jornada de capacitações e desenvolvimento.
Luciane, que é sócia-fundadora, diz que o grupo sentia que precisava criar alguma coisa para além dos afazeres cotidianos “Isso aconteceu após percebermos dados de que as crianças não estavam desenvolvendo o seu pleno potencial”, lembra. Já a diretora do CEI/UFG, Cleonice Borges, valoriza o empenho da equipe: “O reconhecimento que a Mamãe Pingo tem alcançado é fruto de um trabalho inovador, empreendedor e extremamente qualificado de suporte aos pais e mães de primeira infância. Suas conquistas nos enche de orgulho, e muito nos envaidece”.
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| Frame da edição do PEGN com a participação da Mamãe Pingo (Créditos: Globoplay) |
*Alexandre Elias Barbosa de Faria é estudante de Estágio Obrigatório do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás, orientado pelo Jornalista William Correia
